Em circuitos gerais (baixas freqüências), implicitamente assumimos que a freqüência do sinal é tão pequena que os efeitos capacitivos de um diodo comum se tornavam negligenciáveis. Entretanto, quando a freqüência do sinal de entrada aumenta consideravelmente para além de alguns kHz, as capacitâncias de difusão (associada a altas correntes diretas) e de junção (variável com a tensão reversa aplicada ao diodo) se tornam relevantes. Nesses casos, o modelo do diodo para pequenos sinais torna-se uma resistência rd e as capacitâncias Cd e Cj em paralelos (modelo aproximado tendo em vista que Cd depende até do sentido da polarização). Devido a essas capacitâncias, o diodo passa a ser um curto-circuito em altas freqüências; ou seja, o ganho do sistema tende a um valor (em dB) negativo muito grande, conforme o gráfico da resposta em freqüência para o circuito em questão.